Rosanna Pavesi
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
O SONHO...
MAIS ALGUMAS DIVAGAÇÕES...
DIVAGAÇÕES...
Vinte e Seis Pérolas e Outras Fantasias
" Vinte e Seis Pérolas e Outras Fantasias"
"representa nova contribuição de L.F. Barros às mesmas causas que vem defendendo há anos: o combate ao estigma que cerca os portadores de transtornos mentais e a demonstração do valor terapêutico da escrita.
Característica das mais marcantes do processo de estigmatização, e das mais perversas, é a redução a um único aspecto - aquele que se desvia da normalidade - da percepção que temos da pessoa diferente, momento em que perdemos a condição de compreendê-la em sua complexidade e plenitude.
"Louco", "doente mental", "portador de transtorno mental"(e outros rótulos mais), se não estivermos atentos, são categorias que podem estar a serviço de nos afastar do entendimento das pessoas que mais conhecem o sofrimento psiquíco, ao invés de nos auxiliar a compreendê-las.
Neste livro, o autor reafirma sua condição de escritor de forma independente de sua produção de caráter memorialista em relação à loucura.
Criatividade e "loucura" são amiúde relacionadas - em geral de maneira equivocada. A loucura é o caos e dela nada mais advém do que, eventualmente, a inspiração de uma obra.
A transpiração que produz a obra, o ato criativo, representa justamente o esforço de organização do caos... Este é o valor terapêutico que a escrita proporciona... (Fonte: orelhas do próprio livro)
Rosanna Pavesi
| Flor de Cerejeira - Rosan |
" Vinte e Seis Pérolas e Outras Fantasias"
"representa nova contribuição de L.F. Barros às mesmas causas que vem defendendo há anos: o combate ao estigma que cerca os portadores de transtornos mentais e a demonstração do valor terapêutico da escrita.
Característica das mais marcantes do processo de estigmatização, e das mais perversas, é a redução a um único aspecto - aquele que se desvia da normalidade - da percepção que temos da pessoa diferente, momento em que perdemos a condição de compreendê-la em sua complexidade e plenitude.
"Louco", "doente mental", "portador de transtorno mental"(e outros rótulos mais), se não estivermos atentos, são categorias que podem estar a serviço de nos afastar do entendimento das pessoas que mais conhecem o sofrimento psiquíco, ao invés de nos auxiliar a compreendê-las.
Neste livro, o autor reafirma sua condição de escritor de forma independente de sua produção de caráter memorialista em relação à loucura.
Criatividade e "loucura" são amiúde relacionadas - em geral de maneira equivocada. A loucura é o caos e dela nada mais advém do que, eventualmente, a inspiração de uma obra.
A transpiração que produz a obra, o ato criativo, representa justamente o esforço de organização do caos... Este é o valor terapêutico que a escrita proporciona... (Fonte: orelhas do próprio livro)
Rosanna Pavesi
sábado, 8 de outubro de 2011
O MUNDO É GRANDE...
| Amor/Dream Box- Face Anterior - Rosan |
Amar Se Aprende Amando...
Rosanna Pavesi
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Dream Catchers - Origem e Lendas
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ORIGEM E LENDAS DREAM CATCHERS OU "CATASONHOS" EM PORTUGUÊS |
O Catasonhos ou Apanhador de Sonhos é um amuleto da cultura indígena ojibwa (ou chippewa), que consiste em um aro construido com uma vara de salgueiro-chorão, ao qual são atrelados e pendurados vários fios, formando uma sorte de teia de aranha, propositalmente irregular em sua forma, segurando algumas poucas penas e/ou outros pequenos objetos de significância pessoal especial.
ORIGEM E LENDAS
Diz a lenda que antigamente havia duas tribos em guerra. A raiva e o rancor gerou energias desarmônicas, que faziam com que as crianças tivessem pesadelos. A grande mãe búfala desceu à terra e pediu ao xamã da aldeia que fizesse um aro com um galho de salgueiro-chorão e deixasse uma aranha fazer uma teia dentro dele.O xamã obedeceu e pendurou o filtro na teto da cabana em que as crianças dormiam. As energias desarmônicas ficavam perdidas na teia e consequentemente presas, enquanto as boas energias sabiam para onde ir, passando pelo furo central. Aos primeiros raios de sol, as energias desarmônicas se dissipavam.
Apesar dos catasonhos terem se originado entre o povo Ojibwa Nation durante o período do Movimento Panameríndio (Pan-Indian Movement) das décadas de 1960 e 1970, esses objetos foram adotados por muitos outros grupos e nações indígenas da América do Norte, sendo considerados um símbolo de união e de confraternização entre os povos ameríndios do norte do continente.
O povo Ojibwa (Chippewa) acredita que quando um catasonhos é pendurado no local onde se dorme, ele se move livremente, acampanhando o movimento natural do ar e "apanhando" os sonhos que por alí passam... Os bons sonhos têm passagem livre pelo furo central, enquanto os maus sonhos ficam presos na teia, se dissipando ao raiar do sol...
Apesar das diversas variantes da lenda e dos diversos materiais e desenhos utilizados para os catasonhos, sua simbologia tornou-se universal, superando diferenças culturais e idiomáticas. O catasonhos parece continuar encantando e cativando milhares de pessoas, despertando nossa curiosidade e fantasia e retendo sua magia...
Cada um de nos pode montar seu próprio catasonhos, usando sua criatividade e carinho, utilizando os mais variados materiais... Tente...
Afinal todos sonhamos...
(Rosanna Pavesi- Outubro 2011)
domingo, 18 de setembro de 2011
Excêntrico
| Catavento - Rosan |
Quero acertos e erros novos...
Passo minha vez à gratidão...
Devolvo todo sentimento seu...
Anulo as correntes da solidão...
Encomendo tradições do acaso...
Facilito um breve adeus...
Injeto a força dos prazeres...
Comunico a intenção sem garantia...
Pactuo com o absoluto invisível...
Comemoro toda vitória...
Rejeito o poder dos poderosos...
Cancelo os porquês com suas próprias memórias...
Flutuo no instante condicionado...
Abro a porta da desgraça crua...
E sofro na coragem que falece meus pecados...
Atinjo tudo que penso sem sentir...
Protejo o nobre calado...
Envio meu destino antecipado...
Movo a montanha dos apesares...
Possibilito compromissos sem ideais...
Atuo na parte do senso retraido...
Emociono o letal pudor...
Ameaço sua vida febril...
Contenho toda distância que acaricio...
Imortalizo a promessa dos profetas...
Mistifico bases de tratados convenientes...
Me aguento na opinião...
E VOCÊ? "
(Camilo Malatesta/maio 2011)
"EU...
Com o passar do tempo, tornei-me modesta em minhas pretensões...
Perdi a onipotência e a arrogância...
Não busco mais a Verdade final e derradeira...
Nem as respostas definitivas...
Fico feliz com as descobertas de cada dia...
Tirei do meu vocabulário as palávras Nunca Mais e Para Sempre...
Vivo o tempo que me resta sem me preocupar com o quanto resta...
Me amo e me respeito de paixão...
Sou grata pelo que já fui, pelo que eu sou e, de antemão, pelo que virei a ser...
Mas principalmente,
Aprendi a amar os mistérios da alma,
Os acolho e os deixo me ensinar, me conduzir..."
(Rosan/maio 2011)
E VOCÊ?
Rosanna Pavesi
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Agressividade - Crueldade - Maldade e... Tolerância
Agressividade
"... permitam-me uma pequena digressão: um dos termos mais maltratados da psicologia do século (sec. XX) é "agressividade"; o abuso que dele se faz é suficientemente convincente. Até nos dias recentes, as idéias referentes à agressão provenientes dos estudos da conduta animal, da antropologia, etc. nos dizem que o homem tem uma agressividade instintiva como a dos animais.
De acordo com essas idéias, o que falha no homem é que os chamados complexos primitivos aparecem no "homem civilizado"e se apoderam dele, colocando-o fora de controle.
Isto, em tom de reprovação e com certa hipocrisia, é projetado sobre o homem primitivo que todos levamos dentro em alguma parte. Todo tipo de teorias têm sido elaboradas a este respeito, até a do velho cerébro e a do novo cérebro. Sem dúvida, hoje em dia, os novos livros sobre evolução nos oferecem idéias mais psicológicas e sofisticadas, mais adequadas ao espírito de nossos tempos.
Se o homem só possui uma agressividade instintiva, então esta poderia estar contida na ecologia de seus instintos.
Porém, a coisa é mais complexa. A agressividade no chamado homem primitivo, que sabe mais ou menos como manejá-la, não nos serve para explicar e muito menos aceitar o que nos oferece o mundo atual.
Através dos testemunhos da história, o que chamamos de agressividade no homem parece que surgiu de seus conflitos colturais, uma expressão de sua ansiedade cultural.
E se os livros recentes sobre evolução apresentam a agressividade primitiva como algo mais do que instinto, um produto da cultura, então não resta nada a comparar com o chamado "homem civilizado", o qual, aplicada a ele, a palavra agressivo já não tem validade, está fora de contexto; poder-se-ia dizer que simplesmente não é suficientemente forte.
Então, já que a agressividade se vive no nível primitivo, para o homem civilizado, com seu excesso de conflito cultural, prefiro utilizar a palavra crueldade."
Crueldade
(...) "Ao aceitar o termo junguiano de sombra como campo de exploração, a psicologia profunda deve incluir a crueldade, um subproduto da cultura e da civilização, como elemento essencial da sombra.
Considero a crueldade como algo suficientemente acessível para ser mantida dentro de nossa consciência diária: a crueldade é cultural, e nela jaz a possibilidade de tornar-se psíquica. É como se a história mudasse constantemente nossa visão deste ponto.
É impossível ter hoje em dia a mesma visão desta característica humana que se tinha há cinquenta anos ou 100 anos: a crueldade está crescendo (grifo nosso). Historicamente falando, Jung e seus seguidores e colaboradores trabalharam sobre esta parte da natureza humana em termos de maldade. Eles a consideraram principalmente dentro da tradição religiosa das polaridades do bem e do mal, ou do mal como parte de nossa natureza com a qual não podemos lidar e, por isso, temos de rechaçar.
(...) Porém, para nossa sobrevivência pessoal, para a proteção de nossas almas, a crueldade é o nível sobre o qual devemos nos concentrar (grifo nosso). É nossa preocupação mais imediata, um aspecto demasiadamente evidente de nossa vida cotidiana, do mundo e de nossa prática psicoterapêutica, onde estamos acostumados a ver a crueldade dissimulada nos diagnósticos e tratamentos psiquiátricos.
A crueldade é um elemento de nossa constante ansiedade cultural. Todos somos cruéis em alguma parte. (...) Estamos bem longe dos tempos socráticos, quando, apesar da crueldade, o interesse era Eros. Borges foi muito explícito ao dizer que se pode conhecer tudo, até se pode ser um grande poeta, mas se não se conhece a crueldade não se sabe de nada. (grifo nosso)
Para resumir, com estas três facetas da natureza humana, estamos tratando de diferenciar o que pertence à parte mais obscura da sombra. A agressividade é uma atitude instintiva que aparece nos conflitos do homem primitivo e, assim mesmo, no nível primitivo da psique e de nossos complexos. A crueldade é um produto do homem civilizado e surge de sua ansiedade cultural. Certamente, a agressividade e a crueldade podem coincidir. E, por último, nos estudos de religião e filosofia ocidental, a maldade permanece dentro das polaridades do bem e do mal e este último, em psicologia junguiana, é a parte de nossas natureza que não podemos assimilar e temos de rechaçar. "
Tolerância
(...) "A ansiedade cultural é minha maneira de refletir sobre o conflito histórico entre o monoteísmo e os numerosos paganismos do mundo ocidental. A ansiedade cultural pode ser vista de muitas outras maneiras, e suponho que cada indivíduo tem sua própria maneira de aceitar e refletir essa ansiedade.Não é difícil pensar que o conceito de si-mesmo de Jung foi sua maneira de conter o Uno e os muitos.
Mas, como alguém que aprendeu dos ensinamentos de Jung, eu diria quanto a isso que seguir as pegadas da própria individuação é o que realmente vale. Pessoalmente, sinto que, no mundo em que vivemos, a tolerância, como entendimento e convivência é básica.
Todavia, também estou consciente de que dentro de mim existem elementos com tendência à tolerância e elementos que pertencem à intolerância, e tenho de sofrer a ansiedade gerada por esses dois opostos e experimentar o desafio de tratar de tolerar em mim o que, de per si, é intolerante". (grifo nosso)
(Fonte: Rafael López-Pedraza, "Ansiedade Cultural" em Rafael López-Pedraza, Ansiedade Cultural, pp.57-59 e p. 64, (São Paulo: Paulus, 1997).
A crueldade pode ter sua poética e sua estética mas, a meu ver, continua cruelmente cruel. De forma que acolher o desafio que López-Pedraza propõe no final do texto transcrito acima, é essencial, por tão intolerável que nos pareça lidar com o intolerante em nos...
Rosanna Pavesi
setembro 2011
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| A Pérola do Amor - Rosan |
Agressividade
"... permitam-me uma pequena digressão: um dos termos mais maltratados da psicologia do século (sec. XX) é "agressividade"; o abuso que dele se faz é suficientemente convincente. Até nos dias recentes, as idéias referentes à agressão provenientes dos estudos da conduta animal, da antropologia, etc. nos dizem que o homem tem uma agressividade instintiva como a dos animais.
De acordo com essas idéias, o que falha no homem é que os chamados complexos primitivos aparecem no "homem civilizado"e se apoderam dele, colocando-o fora de controle.
Isto, em tom de reprovação e com certa hipocrisia, é projetado sobre o homem primitivo que todos levamos dentro em alguma parte. Todo tipo de teorias têm sido elaboradas a este respeito, até a do velho cerébro e a do novo cérebro. Sem dúvida, hoje em dia, os novos livros sobre evolução nos oferecem idéias mais psicológicas e sofisticadas, mais adequadas ao espírito de nossos tempos.
Se o homem só possui uma agressividade instintiva, então esta poderia estar contida na ecologia de seus instintos.
Porém, a coisa é mais complexa. A agressividade no chamado homem primitivo, que sabe mais ou menos como manejá-la, não nos serve para explicar e muito menos aceitar o que nos oferece o mundo atual.
Através dos testemunhos da história, o que chamamos de agressividade no homem parece que surgiu de seus conflitos colturais, uma expressão de sua ansiedade cultural.
E se os livros recentes sobre evolução apresentam a agressividade primitiva como algo mais do que instinto, um produto da cultura, então não resta nada a comparar com o chamado "homem civilizado", o qual, aplicada a ele, a palavra agressivo já não tem validade, está fora de contexto; poder-se-ia dizer que simplesmente não é suficientemente forte.
Então, já que a agressividade se vive no nível primitivo, para o homem civilizado, com seu excesso de conflito cultural, prefiro utilizar a palavra crueldade."
Crueldade
(...) "Ao aceitar o termo junguiano de sombra como campo de exploração, a psicologia profunda deve incluir a crueldade, um subproduto da cultura e da civilização, como elemento essencial da sombra.
Considero a crueldade como algo suficientemente acessível para ser mantida dentro de nossa consciência diária: a crueldade é cultural, e nela jaz a possibilidade de tornar-se psíquica. É como se a história mudasse constantemente nossa visão deste ponto.
É impossível ter hoje em dia a mesma visão desta característica humana que se tinha há cinquenta anos ou 100 anos: a crueldade está crescendo (grifo nosso). Historicamente falando, Jung e seus seguidores e colaboradores trabalharam sobre esta parte da natureza humana em termos de maldade. Eles a consideraram principalmente dentro da tradição religiosa das polaridades do bem e do mal, ou do mal como parte de nossa natureza com a qual não podemos lidar e, por isso, temos de rechaçar.
(...) Porém, para nossa sobrevivência pessoal, para a proteção de nossas almas, a crueldade é o nível sobre o qual devemos nos concentrar (grifo nosso). É nossa preocupação mais imediata, um aspecto demasiadamente evidente de nossa vida cotidiana, do mundo e de nossa prática psicoterapêutica, onde estamos acostumados a ver a crueldade dissimulada nos diagnósticos e tratamentos psiquiátricos.
A crueldade é um elemento de nossa constante ansiedade cultural. Todos somos cruéis em alguma parte. (...) Estamos bem longe dos tempos socráticos, quando, apesar da crueldade, o interesse era Eros. Borges foi muito explícito ao dizer que se pode conhecer tudo, até se pode ser um grande poeta, mas se não se conhece a crueldade não se sabe de nada. (grifo nosso)
Para resumir, com estas três facetas da natureza humana, estamos tratando de diferenciar o que pertence à parte mais obscura da sombra. A agressividade é uma atitude instintiva que aparece nos conflitos do homem primitivo e, assim mesmo, no nível primitivo da psique e de nossos complexos. A crueldade é um produto do homem civilizado e surge de sua ansiedade cultural. Certamente, a agressividade e a crueldade podem coincidir. E, por último, nos estudos de religião e filosofia ocidental, a maldade permanece dentro das polaridades do bem e do mal e este último, em psicologia junguiana, é a parte de nossas natureza que não podemos assimilar e temos de rechaçar. "
Tolerância
(...) "A ansiedade cultural é minha maneira de refletir sobre o conflito histórico entre o monoteísmo e os numerosos paganismos do mundo ocidental. A ansiedade cultural pode ser vista de muitas outras maneiras, e suponho que cada indivíduo tem sua própria maneira de aceitar e refletir essa ansiedade.Não é difícil pensar que o conceito de si-mesmo de Jung foi sua maneira de conter o Uno e os muitos.
Mas, como alguém que aprendeu dos ensinamentos de Jung, eu diria quanto a isso que seguir as pegadas da própria individuação é o que realmente vale. Pessoalmente, sinto que, no mundo em que vivemos, a tolerância, como entendimento e convivência é básica.
Todavia, também estou consciente de que dentro de mim existem elementos com tendência à tolerância e elementos que pertencem à intolerância, e tenho de sofrer a ansiedade gerada por esses dois opostos e experimentar o desafio de tratar de tolerar em mim o que, de per si, é intolerante". (grifo nosso)
(Fonte: Rafael López-Pedraza, "Ansiedade Cultural" em Rafael López-Pedraza, Ansiedade Cultural, pp.57-59 e p. 64, (São Paulo: Paulus, 1997).
A crueldade pode ter sua poética e sua estética mas, a meu ver, continua cruelmente cruel. De forma que acolher o desafio que López-Pedraza propõe no final do texto transcrito acima, é essencial, por tão intolerável que nos pareça lidar com o intolerante em nos...
Rosanna Pavesi
setembro 2011
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